Pelos animais, o planeta e a humanidade.
A H&M bane a caxemira após divulgação de maus tratos a cabritos
Os cientistas sugerem que as cabras formam laços emocionais com seus companheiros humanos tanto ou mais fortes que os cães.

A H&M bane a caxemira após divulgação de maus tratos a cabritos

A gigante da moda planeia eliminar a fibra animal de origem cruel até ao final do próximo ano.

22 Maio, 2019

A H&M irá retirar gradualmente a “caxemira convencional” das suas coleções de roupa após uma exposição de práticas cruéis do setor pela organização dos direitos dos animais PETA. A PETA Ásia partilhou filmagens de fazendas de caxemira na China e na Mongólia (os dois países responsáveis pela produção de 90% da caxemira no mundo), mostrando trabalhadores a agredirem cabritos na cabeça com um martelo e a cortarem-lhes a garganta depois de lhes arrancarem o pelo com pentes de metal afiados.
O grupo fast fashion, que inclui oito marcas globais de vestuário, pretende usar apenas materiais de origem sustentável em toda a sua produção, até 2030. Segundo a informação presente no site oficial da H&M, a marca está a eliminar gradualmente a caxemira com o objetivo de usar apenas materiais sustentáveis, até 2030. A marca deixará de fazer pedidos de caxemira até ao final do próximo ano.
O sofrimento do animal também ocorre em outros níveis. As orelhas são marcadas com alicates de tatuagem que causam dor intensa, tudo sem anestesia.

No ano passado a H&M Group também prometeu banir a lã mohair após uma exposição semelhante revelar crueldade contra os animais em fazendas na África do Sul. Como forma de substituir materiais de origem animal por alternativas veganas sustentáveis, a H&M lançou a coleção Conscious Exclusive no passado mês de abril, que inclui roupas e acessórios feitos a partir de materiais inovadores baseados em plantas, como o couro de abacaxi.

Close Menu